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MT participa da Feira Nacional de Artesanato que homenageia artesã local

A mestra e tecelã Lucinei António Pereira, de Várzea Grande, terá um espaço exclusivo dentro do evento para divulgar o seu trabalho, entre os dias 04 e 09 deste mês.
Renata Menezes | Sedec

Sedec MT
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Em mais uma ação promocional do artesanato mato-grossense, a secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec), por meio da Coordenadoria de Artesanato, leva o que o estado tem de melhor em artes manuais para a Feira Nacional de Artesanato entre os dias 04 e 09 deste mês, em Belo Horizonte, Minas Gerais.

Considerada uma das maiores feiras da América Latina, o evento chega à 29ª edição com a maior diversidade de produtos que o Brasil possui. Mato Grosso estará presente com um estande que beneficia cerca de 40 artesãos e 10 municípios de maneira direta e indireta, a partir do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) do governo federal.

A coordenadora de Artesanato da Sedec, Lourdes Sampaio, explica que o perfil da feira exige que seja feita uma boa seleção das peças anteriormente, pois o público consumidor busca exclusividade e, ao mesmo tempo, quer peças que retratem a regionalidade. “Para o cliente é mais difícil ir até Mato Grosso, então, trazemos até ele o que dificilmente encontraria em outros lugares, além disso, temos o cuidado de levar artefatos que reforcem a nossa identidade cultural”.

Com um histórico de 10 anos de participação nesta Feira, chegou a vez de Mato Grosso ganhar mais destaque.

A Feira Nacional do Artesanato este ano homenageia trinta e sete artesãos e artistas brasileiros indicados pelas coordenações estaduais do PAB, entre eles, uma representante de MT, a mestra Lucinei António Pereira que terá um espaço exclusivo dentro do evento para divulgar o seu trabalho.

Representante de Limpo Grande, em Várzea Grande, a artesã contabiliza 40 anos dedicados a arte da tecelagem e também leciona para alunas na Casa de Artes do município.

“Quando soube que seria uma das homenageadas fiquei muito feliz pelo reconhecimento. Meu ofício é fazer redes bordadas com toda a beleza dos animais do Pantanal, como araras, tucanos, beija-flores, tuiuiús, dentre outros. Mas também tenho outra paixão que é ensinar o que aprendi com a minha mãe aos 12 anos. Hoje tenho diversas alunas, a maioria mulheres mais maduras, entre elas, uma de 81 anos que me enche de orgulho porque sei que a tradição vai sobrevivendo ”.

Além da exposição artística de cada Estado, a Feira promove oficinas, shows, seminários e workshops.